MANUAL PARA ADOÇÃO DE GALGOS.

  • Têm medo de entrar dentro de casa.
  • Resposta:  Normalmente nunca entraram, por isso têm medo para eles tudo é estranho e assustadoramente novo.
  • Não conseguem caminhar no chão dentro de casa pois escorregam e têm medo.
  • Resposta:   Têm de aprender a andar no interior, aconselha-se a cortar as unhas  e colocar tapetes nas partes mais escorregadias para não ganharem medo até se habituarem. 
  • Não sabem subir nem descer escadas.
  • Resposta: É normal não saberem, têm de ser ensinados, é simples basta colocar-lhe as patas uma a uma nas escadas primeiro a subir, depois a descer, explicando com calma pois eles aprendem muito rápido. Em 48 horas já experimentam sozinhos e começam a dominar a técnica.
  • Não se deitam na cama deles, mas sim no chão.
  • Resposta: Nunca tiveram uma cama, não sabem o que é nem para que serve, têm de os deitar lá em cima para entenderem que é deles, que é fofa e depressa aprendem para o que serve e como é confortável.
  • Têm medo de tigelas e de comer.
  • Resposta:  Significa que foram alimentados no chão e têm medo de tigelas, convém colocar em suportes ou em cima de tapete de forma a não arrastarem e fazerem barulho no chão, para não se assustarem até se acostumarem, podem também ter medo de se alimentarem com pessoas perto ou outros animais o que também é frequente, deem-lhes espaço.
  • Não fazem necessidades à trela e depois fazem dentro de casa.
  • Resposta:  Muito frequente, os galgos sempre viveram em canis ou terrenos, têm de ser habituados pois não conseguem descontrair de trela e só quando soltos de regresso a casa conseguem fazem ao início, uma das soluções é comprar uma corda de volteio com 5/6 metros e acrescentar à trela nos passeios para dar alguma privacidade e descontração e permitir assim habituarem-se mais depressa, passear em zonas com relva ou mato pois é mais convidativo para wc, colocarem um resguardo no local onde fazem até aprenderem a comunicar e os donos a saber ler os sinais.
  • Fazerem Distúrbios Gastrointestinais com facilidade.
  • Resposta: É normal os galgos ficarem com as fezes moles depois de correrem muito, algo que normaliza quando regressam à calma. Mas as causas mais comuns que originam diarreia e vómitos nos galgos é devido a mudanças: Alterações na sua rotina, ansiedade de separação, crises de stresse e de medo como ataques de pânico, idas ao veterinário, comer lixo ou comida estragada, lamberem ou comerem ervas tóxicas e porcarias, pois eles adoram pastar.
  • Não comem ração.
  • Resposta:  Normalmente os galgos das corridas nunca comeram ração, para os habituar basta misturar comida húmida ou carne com arroz na ração e ir retirando aos poucos até se habituarem.
  • Por vezes respiram de forma ofegante como se lhes faltasse o ar.
  • Resposta:  Os galgos resgatados acabados de adotar, dormiram sempre na rua e ao frio, a transição para casas aquecidas pode provocar-lhes acessos de calor e dar origem a essa respiração estranha que parece anormal, mas que na grande maioria dos casos é apenas calor.
  • Passarem muitas horas deitados e sem fazer necessidades.
  • Resposta:  Ao início o medo, ansiedade e os nervos fazem com que evitem levantar-se e aguentem horas a fio só para não saírem da caminha com medo de ficarem sem ela, ou irem à rua e poderem não voltar a entrar, mas têm de ser levados de forma rotineira, colocando a trela no peitoral de pânico e coleira, pois apesar de custar muito aos donos ao início e demorar muito, têm de aprender a criar hábitos, regras e horários.
  • Rosnarem quando surpreendidos durante o sono noturno.
  • Resposta: Alguns galgos têm esta reação,  não é agressividade mas sim medo, não convêm surpreende-los com festas ou mantas ao início quando dormem principalmente de noite, pois podem acordar assustados e sem querer reagirem, muitos galgos eram acordados e obrigados a fazer coisas que não queriam e até se habituarem que a vida mudou, convém dar-lhes espaço, tempo e deixa-los começar a confiar em vós primeiro.
  • Tentarem fugir.
  • Resposta:  98% dos galgos resgatados vêm cheios de medos, stress, ansiedade, pânico, alguns de todas as pessoas, outros só de homens, outros de cães, barulhos, eles nunca saíram das suas quintas ou herdades a não ser para treinos e corridas, viveram sempre em boxes e canis,  tudo na cidade é novo e assustador, mesmo as pessoas que os adotaram e que ainda nem as conhecem nem confiam, até criarem laços com elas e se habituarem à vida citadina leva muitos meses e em geral um ano a ficarem perfeitamente adaptados, daí os peitorais de pânico com 3 pontos de apoio serem o melhor amigos dos donos, para evitar serem surpreendidos quando menos esperam a literalmente “despirem” as coleiras e peitorais normais, como todos têm conhecimento.
  • Como ajudar um galgo a perder o medo.
  • Resposta:  De preferência com outro galgo ou outro cão que não tenha medo, seja tranquilo e já devidamente adaptado aos donos, ou solicitar ajuda de um treinador experiente para fazer adaptação de preferência numa matilha equilibrada, os galgos adaptam-se mais depressa com outro ou outros sem medo e já ensinados. Um galgo exige adotantes com muito tempo disponível para os recuperar e pouco tempo sozinhos para não fazerem ansiedade de separação.
  • Largarem pelo e fazerem caspa ao início.
  • Resposta: Os galgos que viveram sempre na rua têm um pelo mais espesso chamado “pelo do canil” que os ajuda a protegerem-se do frio, quando mudam para dentro de casa o pelo irá começar a mudar, ficar mais fino, sedoso e brilhante, acontece muito ao início depois de tomarem pela primeira vez banho a pele secar e fazerem caspa, para melhorar a pelagem do seu galgo, é recomendável a utilização de pipetas de ácidos gordos que vão fortalecer a barreira dérmica e promover uma pelagem macia e brilhante, recomenda-se também o uso de óleo de salmão na ração. Fazem também muita caspa sempre que ficam ansiosos e com medo.
  • Quando se pode soltar um galgo.
  • Resposta: Dependendo do grau de trauma do animal adotado, os galgos demoram sempre muitos meses mais de 6 meses até poderem ganhar confiança para serem soltos em campo aberto ou na praia, sem  estarem devidamente ambientados com a família, conhecerem o caminho para casa, reconhecerem  o seu próprio nome, estarem já habituados aos donos e seu chamamento e principalmente após terem  sido muitas vezes soltos em recintos fechados e testada a sua obediência para que tenham a certeza que confiam no dono e obedecem quando os chamam ou quando se assustam, de outra forma poderão nunca mais o ver, ele fugir, não voltar e ser atropelado. Acrescentamos que nenhum galgo é 100% de confiança nunca, são cães de caça que reagem a estímulos quando vêm algo que possam caçar, nessas alturas ignoram todos os comandos, ligam o chip da caça e desparecem a alta velocidade.
  • Qual a melhor raça para interagir com um galgo.
  • Resposta: Galgos reconhecem-se uns aos outros como se todos fizessem parte de uma enorme família, a melhor raça para interagir é outro galgo, a sua velocidade, personalidade muito peculiar, as suas brincadeiras de mordiscar pescoço, cauda e pernas uns dos outros a correrem, é melhor interpretada entre a raça do que com outras raças, que por vezes lhes mordem por não entenderem que é brincadeira.
  • Porque é tão difícil adotar um galgo bebé.
  • Resposta: Porque fazem ansiedade de separação dos manos e pais quando retirados da ninhada, porque acordam de 4/4 horas para comer e estão sempre a fazer necessidades que depois pisam e sujam tudo, porque gritam muito de dia e de noite se ficam sozinhos, os vizinhos reclamam os donos não dormem, porque roem tudo onde conseguem chegar e podem magoar-se, engolir algo e asfixiar, porque escavam tudo onde houver terra até em vasos, porque requerem muito tempo, presença, treino, regras e sobretudo para ser mais fácil a presença de outros cães para não ser tão doloroso para eles, para aprenderem regras sociais e de matilha, imitando os mais crescidos que já estão devidamente educados. 
  • Porque é difícil adotar um galgo.
  • Resposta: Sim é difícil, os galgos são MUITO diferentes dos outros cães, o seu comportamento e personalidade não é em nada semelhante ao comportamento do típico cão que todos estão habituados, os galgos são a raça mais maltratada do mundo, têm traumas profundos, são difíceis de cativar, independentes, desconfiados, medrosos, sofrem de ansiedade de separação, dão muita luta até confiarem em nós, têm de ser conquistados através de amor e confiança, são muito sensíveis e emotivos, inteligentes e perspicazes, são extremamente rápidos e com uma visão extraordinária, têm ativado o chip do movimento e perseguem tudo o que corre e se move, distanciando-se de nós em segundos, conseguem tirar coleiras e peitorais de dois apoios com uma facilidade surpreendente, conseguem pular vedações e muros altíssimos alguns deles com mais de 3 metros, conseguem sair por janelas entreabertas e por vezes aprendem a abrir portas, odeiam estar sozinhos, deprimem com a solidão, choramingam muito, conseguem fazer 40k/ hora a caminhar e por isso distanciarem-se em caso de fuga km’s em pouco tempo. São cães de caça e por isso não convém adotar galgos quem tem ou tenha vizinhança com galinhas, patos, coelhos, ovelhas, estes adotantes devem ter muros com mais de 3 metros, porque redes eles trepam, rasgam ou escavam por baixo e pior podem ficar lá presos se tiverem arame farpado e rasgarem-se todos a saltar como acontece muito nesta raça. Por todos estes motivos são também uma raça que se torna um desafio para quem os adota, um teste há nossa perseverança, persistência, determinação, para ultrapassar os desafios que eles nos colocam, à nossa capacidade de nos transformar em terapeutas e tratar os seus traumas e inseguranças, os medos, as dificuldades. A sua extrema ternura, doçura e gratidão eterna tocam a alma de quem os adota e aprende a interpretar os seus sentidos, conhecendo um conhece todos…. Para quem nunca teve um, tem de esperar no mínimo um mês até a verdadeira personalidade do animal que adota começar a desabrochar, e um ano até estar devidamente adaptado. A minha frase para quem nunca teve um é “Primeiro estranha-se…depois entranha-se.” Boa sorte e pense bem antes de preencher o formulário de adoção!

(to be continued…)

Lua & Me

Texto de Cristina Gonçalo www.katefriends.org     

VÍDEO QUE DEMONSTRA COMO OS GALGOS DESPEM AS COLEIRAS E PEITORAIS CONVENCIONAIS

Veja o vídeo demonstrativo no Youtube: https://youtu.be/X0lpnogxZ0Q
A katefriends.org há muito que aconselha apenas utilizar coleiras e peitorais adequados para galgos e tem sempre disponíveis para todos os que adotam galgos os peitorais de pânico de 3 pontos de apoio e as Martingale em conjunto com trela dupla, que são sem duvida nenhuma o único método que nenhum galgo consegue retirar e fugir quando se sobressalta ou assusta.
Aqui deixo o que avisamos há 30 anos, eles conseguem tirar tudo, exceto o método que recomendamos.
Existem em vários tamanhos, saiba tudo na nossa loja solidária basta clicar em:

Katefriends.org no programa “Hora de Estimação”, na CMTV 06/03/2021 10H18

Katefriends.org hoje dia 06/03/2021 ás 10H18 no programa “Hora de Estimação”, na  CMTV a explicar tudo o que necessita saber para adotar um Galgo ❤️
Obrigada CMTV por todo o interesse e carinho demonstrado, obrigada Pedro Monteiro pelo vídeo 🙏

Assista à Reportagem e Debate na TVI e TVI24 de dia 15/10/2019 “Alexandra Borges”: Corridas de galgos, o negócio secreto que rende muito dinheiro. ASSINE SFF A PETIÇÃO PARA PROIBIR CORRIDAS EM PORTUGAL.

ASSISTA À REPORTAGEM: https://youtu.be/3vtCZ3uYkn8

ASSISTA AO DEBATE: https://youtu.be/3Dd66KCf6tc

ASSINE A NOSSA PETIÇÃO PARA PROIBIR AS CORRIDAS DE GALGOS EM PORTUGAL AGORA COM APOIO INTERNACIONAL, NECESSITAMOS DE 100 MIL ASSINATURAS: http://chng.it/qmvNZrkT

No dia 15 de Outubro de 2019 às 20H43 no Jornal da 8h da TVI a  Jornalista Repórter e Escritora Alexandra Borges divulgou numa Reportagem toda a verdade sobre o flagelo e a crueldade do abandono das corridas de galgos em Portugal, logo de seguida na TVI24h assista ao Debate em direto que esclarece todas as dúvidas a quem ainda as tiver.

As corridas de galgos são um negócio secreto que rende muito dinheiro: não há lei que as regule e, por isso, vale quase tudo naquilo a que alguns chamam de desporto.

A TVI acompanhou várias corridas de galgos pelo país e revela os maus-tratos a que estes cães estão sujeitos com treinos excessivos e cruéis, doping e abandono, que muitas das vezes resulta em morte.

O galgo é também um dador universal, sendo o seu sangue traficado em canis clandestinos.

PETIÇÃO PARA PROIBIR AS CORRIDAS DE GALGOS EM PORTUGAL

CLIQUE NO LINK E ASSINE A PETIÇÃO PARA PROIBIR AS CORRIDAS DE GALGOS EM PORTUGAL: http://chng.it/qmvNZrkT
Já conta com quase 36.000 assinaturas,  será necessário 100.000 
  • APELO À UNIÃO DE TODOS OS AMIGOS DOS ANIMAIS PARA SE UNIREM, JÁ CONSTA COM 149 ASSOCIAÇÕES UNIDAS NESTA CAUSA!
    ASSINEM E PARTILHEM A MAIOR PETIÇÃO jamais feita em Portugal.
  • Liderada pelas quatro maiores associações, três delas Internacionais que já fecharam vários “greyhound canidrome” em todo o mundo: Liga Portuguesa dos Direitos do Animal, Anima – Sociedade Protectora dos Animais de MacauPet levrieri e GREY2K USA.

    Ajudem assinando  para proibir as corridas de Galgos em Portugal.

  • WE’RE 149! AN AMAZING AND EVER GROWING INTERNATIONAL NETWORK FOR THE GREYHOUNDS AND GALGOS OF PORTUGAL149 organizations, rescues and groups from around the world have so far joined our international coalition #SavetheGreyhoundsandGalgosofPortugal, signing the letter sent to the Parliamentary Deputees, the President of Portugal and the Prime Minister of Portugal, and also our petition SAVE THE GREYHOUNDS AND GALGOS OF PORTUGAL.
  • PLEASE SIGN AND SHARE THE PETITION! 🙏🏻Please sign and share the petition calling on the Portuguese President, Parliament and the Prime Minister to ban greyhound and galgo racing in Portugal.

SIGN THE PETITION : http://chng.it/qmvNZrkT

ENTENDA A IMPORTÂNCIA DAS COLEIRAS PARA GALGOS

PORQUE AS COLEIRAS PARA GALGOS E PEITORAIS DE PÂNICO SÃO IMPORTANTES
A principal razão pela qual esse tipo de coleira é usada tem a ver com dois problemas: a proporção única entre a cabeça e o pescoço nos galgos e o medo e traumas que a maioria apresenta.

Com uma coleira normal, se algo acontecer que assuste qualquer outra raça de cão e faça-o tenta escapar, ele não escapa. Isso porque o pescoço é muito mais estreito do que a cabeça e a coleira não pode escorregar pelas orelhas.

No entanto, os galgos têm um pescoço muito largo em relação ao crânio.  Então, com qualquer outra coleira, se eles quiserem fugir, escapam sem dificuldade do dono. A coleira Martingale para galgos se estiver bem apertada no pescoço dos galgos, em caso de tentativa de fuga ela não consegue sair.

coleira para galgos em pele, MARTINGALE E PEITORAL DE PÂNICO.

Larga no centro mais fina nas extremidades, esta coleira de galgos que será sempre apenas para usar na rua e não dentro de casa, é para além das Martingales a única segura para usar nos galgos, onde comprar:https://www.katefriends.org/product-category/coleiras/

Convém ser confortável e ajustável, devemos ter em atenção a qualidade do material (macias, flexíveis e forradas), as costuras, fecho e ter atenção para não ficar apertada demais, nem demasiado largo. O ideal é ajustar a coleira de modo que você consiga enfiar um dedo entre ela e o pescoço do seu cão sem esforço, mas também sem espaço para sobra.
Peitorais em lícra são indicados  para galgos cachorrinhos principalmente quando andam a aprender a andar à trela ou para galgos muito idosos, pois se forem mais crescidos e activos conseguem retirá-los com um puxão tal como sucede com as coleiras normais ou de galgos mal colocadas e mal apertadas.

   

Para além da Coleira de Pele ou Martingale, nos galgos traumatizados e
resgatados à pouco tempo é aconselhável para evitar fatalidades o uso de peitoral de pânico apropriado para galgos para além da coleira com trela dupla, esta é a única forma de ter segurança máxima num galgo acabado de adotar e assustado, onde comprar: https://www.katefriends.org/product-category/peitoral/
Muito importante também o Identificador Electrónico – MICROCHIP que é obrigatório,  em caso de fuga poderá ter esperança de reaver o animal, sem microchip a pessoa que o encontrar poderá registá-lo em seu nome não o devolver por falta de informação. Para sua segurança, para além do microchip é muito importante colocar na coleira uma chapa identificadora com o contacto do dono, este tipo de identificação já devolveu mais animais que o próprio microchip aos seus donos, animais que fugiram ou desapareceram por situações distintas, como fugas em dias de trovoada, assustados por outros cães, animais  roubados e que graças à maravilhosa chapa de identificação, todos foram encontrados e devolvidos aos seus donos, principalmente  de noite ou em horários em que as Clínicas Veterinárias estão fechadas ou ficam muito distantes para verificar a leitura do microchip no momento em que se encontra o animal na rua.

Todas as coleiras, peitorais, trelas duplas e roupas apropriadas para galgos existem à venda na webstore da katefriends: https://www.katefriends.org/loja/

GALGOS DE SANGUE UM NEGÓCIO MACABRO – DENÚNCIE SAIBA COMO

A vida da maioria dos galgos é de um sofrimento constante desde o dia em que nascem.

São explorados ainda muito pequenos (3 meses) para serem cães de corridas durante um curto período que termina entre os 2 e 3 anos. Com o desgaste excessivos dos músculos, articulações, discos intervertebrais em competições, e devido ao doping praticado por muitos dos seus detentores, os animais sofrem de doenças crônicas ainda muito jovens e alguns aparentam ter muito mais idade do que têm na realidade.

Após algumas denúncias efetuadas também a  órgãos de comunicação social, entre os quais a TVI, que passou a  15 de Outubro de 2019 às 20H43 no Jornal da 8h,  uma reportagem da  Jornalista  Alexandra Borges  sobre os maus tratos das corridas de galgos, onde apareceram testemunhas ligadas às corridas de galgos de cara tapada a confirmar a dura realidade da vida sofrida destes animais.

“Out of the record”, foi denunciado  por elementos ligados à FNG (Federação Nacional de Galgueiros), que não concordam com as práticas dos seus  “colegas”, que 80% dos galgos que competem  em corridas de lebre mecânica, e de corridas de lebres vivas a corricão no nosso país, quando lesionados, doentes ou impossibilitados de serem dadores de sangue, o seu destino é a morte ou o abandono, sendo lhes extraído o chip (quando têm) e raspadas ou efetuados golpes no interior das orelhas para invalidar a leitura das tattoos (quando as têm).

Galgos são a única raça canina que se qualificam como doadores universais de sangue. O tamanho da raça e personalidade tornou-os infelizmente perfeitos para este procedimento. O estilo de corpo permite encontrar veias mais fácil.  Todos os animais dadores de sangue deveriam fazer um intervalo de pelo menos 3 meses na sua qualidade de dador.

O sangue do galgo tem ainda a vantagem adicional de ser particularmente rico em glóbulos vermelhos. Estas qualidades fazem o sangue do galgo ainda mais desejável para uso médico e uma fonte de rendimento acrescida, para aos galgueiros que se dedicam a este negócio.

Desta forma os galgos tornaram-se em Portugal e no mundo, vítimas das suas próprias qualidades excecionais.

Em Portugal muitos detentores de galgos começaram a ver aqui uma fonte de rendimento para os seus cães que ainda utilizam nas corridas, bem como os que já não servem para elas, transformando-os em prisioneiros para extração de sangue até completarem 5 anos, idade limite para um galgo poder ser dador.

Muitos galgos de corrida são alojados em instalações espalhadas pelo país no Norte, no Centro e no Sul, onde os mantêm doadores “cativos” até não poderem servir mais.

Estas estruturas são ilegais e não são controladas por nenhuma entidade fiscalizadora.

O que acontece a todos os galgos dadores cativos após completarem 5 anos?

DENUNCIE NÃO OMITA NÃO ENCUBRA:

LIGUE PARA AS LINHAS DE APOIO AOS MAUS TRATOS ANIMAIS DE PORTUGAL:

SEPNA

Tel. 808 200 520

E-mailsepna@gnr.pt dsepna@gnr.pt

PSP DEFESA ANIMAL

Tel. 21 765 42 42

E-maildefesanimal@psp.pt

POLÍCIA JUDICIÁRIA

chefepiquetelx@pj.pt

+351 21 967 000

CONTACTE A KATEFRIENDS:

Email: katefriends@katefriends.org

+ 351 919397462

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