Katefriends.org no programa “Hora de Estimação”, na CMTV 06/03/2021 10H18

Katefriends.org hoje dia 06/03/2021 ás 10H18 no programa “Hora de Estimação”, na  CMTV a explicar tudo o que necessita saber para adotar um Galgo ❤️
Obrigada CMTV por todo o interesse e carinho demonstrado, obrigada Pedro Monteiro pelo vídeo 🙏

Manual do Galgo resgatado

  • Têm medo de entrar dentro de casa.
  • Resposta:  Normalmente nunca entraram, por isso têm medo para eles tudo é estranho e assustadoramente novo.
  • Não conseguem caminhar no chão dentro de casa pois escorregam e têm medo.
  • Resposta:   Têm de aprender a andar no interior, aconselha-se a cortar as unhas  e colocar tapetes nas partes mais escorregadias para não ganharem medo até se habituarem.
  • Não sabem subir nem descer escadas.
  • Resposta: É normal não saberem, têm de ser ensinados, é simples basta colocar-lhe as patas uma a uma nas escadas primeiro a subir, depois a descer, explicando com calma pois eles aprendem muito rápido. Em 48 horas já experimentam sozinhos e começam a dominar a técnica.
  • Não se deitam na cama deles, mas sim no chão.
  • Resposta: Nunca tiveram uma cama, não sabem o que é nem para que serve, têm de os deitar lá em cima para entenderem que é deles, que é fofa e depressa aprendem para o que serve e como é confortável.
  • Têm medo de tigelas e de comer.
  • Resposta:  Significa que foram alimentados no chão e têm medo de tigelas, convém colocar em suportes ou em cima de tapete de forma a não arrastarem e fazerem barulho no chão, para não se assustarem até se acostumarem, podem também ter medo de se alimentarem com pessoas perto ou outros animais o que também é frequente, deem-lhes espaço.
  • Não fazem nenhumas necessidades à trela.
  • Resposta:  Muito frequente, os galgos sempre viveram em canis ou terrenos, têm de ser habituados pois não conseguem descontrair de trela e só quando soltos em casa conseguem fazem ao início, uma das soluções é comprar uma corda de volteio com 4/5 metros e acrescentar à trela nos passeios para dar alguma privacidade e descontração e permitir assim habituarem-se mais depressa.
  • Não comem ração.
  • Resposta:  Normalmente os galgos das corridas nunca comeram ração, para os habituar basta misturar comida húmida ou carne com arroz na ração e ir retirando aos poucos até se habituarem.
  • Por vezes respiram de forma ofegante como se lhes faltasse o ar.
  • Resposta:  Os galgos resgatados acabados de adotar, dormiram sempre na rua e ao frio, a transição para casas aquecidas pode provocar-lhes acessos de calor e dar origem a essa respiração estranha que parece anormal, mas é apenas calor.
  • Passarem muitas horas deitados e sem fazer necessidades.
  • Resposta:  Ao início o medo, ansiedade e os nervos fazem com que evitem levantar-se e aguentem horas a fio só para não saírem da caminha com medo de ficarem sem ela, ou irem à rua e poderem não voltar a entrar, mas têm de ser levados de forma rotineira, colocando a trela no peitoral de pânico e coleira, pois apesar de custar muito aos donos ao início, têm de criar hábitos, regras e horários.
  • Rosnarem quando surpreendidos durante o sono noturno.
  • Resposta: Alguns galgos têm esta reação,  não é agressividade mas sim medo, não convêm surpreende-los com festas ou mantas ao início quando dormem, pois podem acordar assustados e sem querer reagirem, muitos galgos eram acordados e obrigados a fazer coisas que não queriam e até se habituarem que a vida mudou, convém dar-lhes espaço, tempo e deixa-los começar a confiar em vós primeiro.
  • Tentarem fugir.
  • Resposta:  98% dos galgos resgatados vêm cheios de medos, stress, ansiedade, pânico, alguns de todas as pessoas, outros só de homens, outros de cães, barulhos, eles nunca saíram das suas quintas ou herdades a não ser para treinos e corridas, viveram sempre em boxes e canis,  tudo na cidade é novo e assustador, mesmo as pessoas que os adotaram e que ainda nem as conhecem nem confiam, até criarem laços com elas e se habituarem à vida citadina leva muitos meses e em geral um ano a ficarem perfeitamente adaptados, daí os peitorais de pânico com 3 pontos de apoio serem o melhor amigos dos donos, para evitar serem surpreendidos quando menos esperam a literalmente “despirem” as coleiras e peitorais normais, como todos têm conhecimento.
  • Como ajudar um galgo a perder o medo.
  • Resposta:  De preferência com outro galgo ou outro cão que não tenha medo, seja tranquilo e já devidamente adaptado aos donos, ou solicitar ajuda de um treinador experiente para fazer adaptação de preferência numa matilha equilibrada, os galgos adaptam-se mais depressa com outro ou outros sem medo e já ensinados.
  • Largarem pelo e fazerem caspa ao início.
  • Resposta: Os galgos que viveram sempre na rua têm um pelo mais espesso chamado “pelo do canil” que os ajuda a protegerem-se do frio, quando mudam para dentro de casa o pelo irá começar a mudar, ficar mais fino, sedoso e brilhante, acontece muito ao início depois de tomarem pela primeira vez banho a pele secar e fazerem caspa, para melhorar a pelagem do seu galgo, é recomendável a utilização de pipetas de ácidos gordos que vão fortalecer a barreira dérmica e promover uma pelagem macia e brilhante, recomenda-se também o uso de óleo de salmão na ração.
  • Quando se pode soltar um galgo.
  • Resposta: Dependendo do grau de trauma do animal adotado, os galgos demoram sempre muitos meses mais de 6 meses até poderem ganhar confiança para serem soltos em campo aberto ou na praia, sem  estarem devidamente ambientados com a família, conhecerem o caminho para casa, reconhecerem  o seu próprio nome, estarem já habituados aos donos e seu chamamento e principalmente após terem  sido muitas vezes soltos em recintos fechados e testada a sua obediência para que tenham a certeza que confiam no dono e obedecem quando os chamam ou quando se assustam, de outra forma poderão nunca mais o ver, ele fugir, não voltar e ser atropelado.
  • Qual a melhor raça para interagir com um galgo.
  • Resposta: Galgos reconhecem-se uns aos outros como se todos fizessem parte de uma enorme família, a melhor raça para interagir é outro galgo, a sua velocidade, personalidade muito peculiar, as suas brincadeiras de mordiscar pescoço, cauda e pernas uns dos outros a correrem é melhor interpretada entre a raça, do que com outras raças que por vezes lhes mordem por não entenderem que é brincadeira.
  • Porque é difícil adotar um galgo.
  • Resposta: Sim é difícil, os galgos são MUITO diferentes dos outros cães, o seu comportamento e personalidade não é em nada semelhante ao comportamento do típico cão que todos estão habituados, os galgos são a raça mais maltratada do mundo, têm traumas profundos, são difíceis de cativar, independentes, desconfiados, medrosos, ansiosos, dão muita luta até confiarem em nós, têm de ser conquistados através de amor e confiança, são muito sensíveis e emotivos, inteligentes e perspicazes, são extremamente rápidos e com uma visão extraordinária, têm ativado o chip do movimento e perseguem tudo o que corre e se move, distanciando-se de nós em segundos, conseguem tirar coleiras e peitorais de dois apoios com uma facilidade surpreendente, conseguem pular vedações e muros altíssimos alguns deles com mais de 3 metros, conseguem sair por janelas entreabertas e por vezes aprendem a abrir portas, odeiam estar sozinhos, deprimem com a solidão, choramingam muito, conseguem fazer 40k/ hora a caminhar e por isso distanciarem-se em caso de fuga km’s em pouco tempo. São cães de caça e por isso não convém adotar galgos quem tem ou tenha vizinhança com galinhas, patos, coelhos, ovelhas, estes adotantes devem ter muros com mais de 3 metros, porque redes eles trepam, rasgam ou escavam por baixo. Por todos estes motivos são também uma raça que se torna um desafio para quem os adota, um teste há nossa perseverança, persistência, determinação, para ultrapassar os desafios que eles nos colocam, à nossa capacidade de nos transformar em terapeutas e tratar os seus traumas e inseguranças, os medos, as dificuldades. A sua extrema ternura, doçura e gratidão eterna tocam a alma de quem os adota e aprende a interpretar os seus sentidos, conhecendo um conhece todos…. Para quem nunca teve um, tem de esperar no mínimo um mês até a verdadeira personalidade do animal que adota começar a desabrochar, e um ano até estar devidamente adaptado. A minha frase para quem nunca teve um é “Primeiro estranha-se…depois entranha-se.” Boa sorte e pense bem antes de preencher o formulário de adoção!

(to be continued…)

Texto de Cristina Gonçalo www.katefriends.org     

Como ensinar um cão a deixar de fazer buracos

Os cães que cavam buracos, cavam para escapar, para procurarem um bichinho que viram por ali, para trabalhar, para esconder sua comida favorita, para ficarem mais fresquinhos, para fazer um exercício, para diminuir o tédio de um dia. Para tentar contornar o problema, usa-se de algumas estratégias:

Encha o buraco favorito de seu animal com pedras; Arranje um lugar fixo onde ele possa cavar sem dramas para os donos e ensine-o a cavar apenas nesse lugar; Quando ele estiver a cavar em local proibido, deite-lhe um esguicho de água com a mangueira e corrija-o dizendo um firme “nao”; Coloque no buraco favorito de seu cão repelente para cães; Pode-se também fazer cercas com pedras de vários tamanhos, pois os animais evitam pisar  pisos irregulares.

FLORAIS DE BACH excelente tratamente homeopático para cães- CELEIRO

Como funcionam os florais de Bach

Os florais funcionam para liberar  bloqueios e permitir que a energia do cão flua naturalmente. Quando há um bloqueio de energia, desequilíbrios mentais ou emocionais começam a ocorrer, o que, por sua vez, contribui para o aparecimento ou agravamento de doenças. E os florais são indicados para lidar precisamente  com isso.

Os florais de Bach funcionam gradualmente para liberar e equilibrar essas energias. Quando comparado com os humanos, os cães tendem a responder ao tratamento de florais de forma mais rápida, pois os desequilíbrios emocionais deles não estão tão enraizados em sua personalidade e identidade. Sendo assim, eles libertam essas energias mais rapidamente.

O que os florais podem tratar

Os florais podem ser utilizados para tratar diversos problemas  comuns em alguns cachorros e cães adultos, entre eles  a ansiedade, depressão, tristeza, solidão, hiperatividade, agressividade, stress, medo e outros comportamentos desajustados à venda no Celeiro.

Os florais são indicados também para situações de mudança como: aceitação de um novo animal; adaptação a um novo lar; facilidade para treinamento: agressividade; aversão a banho; aversão a crianças; ansiedade; carência e síndrome de abandono; coprofagia; stress; fase do cio; marcação de território; hiperatividade; indisciplina; latido excessivo; gravidez psicológica; lambedura e automutiliação; medo; o bebé chegou; reequilíbrio alimentar; S.O.S e tristeza e depressão.

Florais e tratamento veterinário

É importante ressaltar que os florais não tem como pretensão substituir o tratamento veterinário. Diversos problemas são físicos e somente podem ser tratados por veterinários. Mesmo nesses casos, em que o problema está sendo tratado por um médico veterinário, os florais de Bach podem ser utilizados de forma conjunta para acelerar o processo de cura de um animal. Isso é importante pois é possível que o tratamento veterinário privilegia tratar apenas a doença e não o estado emocional do animal.
Imagine, por exemplo, um cão que está sentindo muita dor e que foi operado para tratar desse mal. Ele fez uma cirurgia e o tempo de recuperação foi de 30 dias. Durante esse tempo, para melhorar, ele terá que fazer fisioterapia.
O cão, depois de ter feito a cirurgia começa a fazer fisioterapia, porém está ficando deprimido por não poder sair para passear. Nesse caso, com a aprovação do seu veterinário, os florais de Bach podem ser utilizados para lidar com esse sentimento. Afinal, quanto mais alegre e animado ele estiver, melhor será a sua recuperação.

Florais de Bach para cães

 As soluções florais que são utilizadas para as pessoas são diferentes das soluções utilizadas para cachorros e cães adultos. Isso por que a personalidade e o comportamento normal de cada espécie é diferente e deve ser tratado de forma diferente.  Até as formas de aplicar os Florais de Bach nos animais são diferentes, assim como a dosagem. Fique atento para escolher o tratamento ideal para o seu cão, e leve em consideração todos os aspectos que os cercam: desde seus hábitos sociais do animal, seus instintos, o sexo do animal e a sua raça.

Tem-se obtido excelentes resultados no tratamento da ansiedade, medo  e depressões em Galgos através deste tratamento Homeopático.

O seu cão destrói tudo?

As motivações para roer são diferentes e por isso devemos considerar como um sinal ou um sintoma de outra causa.
Antes de chamar o seu animal de destruidor, é importante entender por que ele está roendo tudo.
Os cachorrinhos aprendem  tudo sobre seu ambiente através da boca. É como se fosse a fase oral das crianças, eles precisam colocar tudo na boca para matar a curiosidade.
Em geral, coloca-se a “culpa” na troca dos dentes. Por volta dos 4 meses, os cachorros têm os dentes de leite substituídos por dentes definitivos. Morder tudo pode facilitar esta troca e aliviar o desconforto nas gengivas.
Os alvos da destruição são variados, podem ser os sapatos, móveis, papéis, brinquedos, quinas de paredes…
Se deixar o cachorrinho sozinho em casa por períodos  longos, o ideal é deixá-lo numa área ou cozinha com opções de brinquedos apropriados para morder e se distrair, que possa roer sem o perigo de se magoar ou engolir, é melhor também tapar fichas, retirar os itens mais valiosos, frágeis e perigosos do alcance dele,  tudo o que ele possa alcançar e mexer, como cortinados, tapetes, fechar portas maquinas lavar loiça e roupa, armários, lixo, etc
Infelizmente, nem todos os cachorros param de roer quando crescem. Na verdade, os piores roedores são cães jovens adultos. Cães de raças muito agitadas são mais propensos a destruição e podem demorar até os 2 ou 3 anos de vida para acalmar.
Os adultos que roem muito costumam ter uma razão por detrás deste comportamento que pode ser:
O medo, ou fobia de barulhos altos (trovão, fogos) ou a sensação de abandono que são as mais frequentes. 
Na tentativa de escapar de casa e seguir seu dono, um cão é capaz de cavar uma porta ou parede até fazer um buraco. Para aliviar a ansiedade, um cão procura sapatos, almofadas entre outros objectos para morder. Nestes casos, não é recomendado deixar o animal confinado, preso ou amordaçado porque vai causar ainda mais pânico. Em geral, a ansiedade de separação ocorre assim que o animal fica sozinho. 

Alguns animais não deixam dúvidas: móveis roídos, lixo revirado, objectos e papéis roubados ou até mesmo vomito, fezes e urina pela casa. Outros  lambem-se mordem para “aliviar a tensão” . Há aqueles que demonstram insatisfação latindo, uivando e você vai saber pelos vizinhos.

Se o seu cão fica entediado, ansioso, deprimido ou se transforma numa máquina de destruição quando fica sozinho, há o que fazer. Você deve promover um enriquecimento ambiental, isto é,  actividades para seu cão.

Sugestões:

    • Deixe brinquedos interactivos à disposição (recheados com petiscos)

    • Leve-o para passear (de preferência um longo passeio) e de preferência antes de sair de casa 

    • Brinque muito, canse-o !

    • Em países mais evolúídos existe a DogTV, eu UTILIZO o NatGeoWild (JACK)  OU CANAL PANDA (EVA) com resultados positivos, mas pode utilizar outro canal que ache indicado para ver se resulta ou então deixar o rádio ligado num volume baixo com musica tranquila.

    • Deixe uma peça de roupa sua usada velha (com o seu cheiro) perto do local onde o animal dorme

    • Pegue as peças que o seu cão já destruiu e coloque repelente nas mesmas. Este produto pode ser encontrado em qualquer loja pet ou de plantas, assim quando ele encontrar outras roupas em casa, sem o repelente, vai associar com o cheiro forte das peças anteriores e poderá não  se sentir motivado à destruição

    • BORRIFE COM REPELENTE TODOS OS OBJECTOS E LOCAIS QUE NÃO QUEIRA OU NÃO POSSA DESLOCAR, INCLUÍNDO PERNAS DE CADEIRAS, ESQUINAS DE MÓVEIS, PUXADORES DE PORTAS, ESTENDAIS, VASOS, PLANTES

  • Mas o mais importante é ensinar um animal a ser independente, acostume-o a ficar sozinho ou arranje-lhe uma companhia outro cão ou de um gatinho se ele gostar de gatos.

Confunda-o: pegue a chave do carro e não saia, troque de sapatos e deite no sofá, coloque a mala no ombro e sente para almoçar. Os cães vivem uma rotina e  acostumam-se  muito a ela. Depois de ver muitas vezes o dono sair ele aprende  quais são os sinais de que vai ficar sozinho.

Eu tive galgos que percebiam quando eu ia viajar por me verem a fazer malas, nestes casos é só colocar tudo de véspera no carro.

Quando a causa é o medo ou fobia de barulhos, a destruição só ocorre nos dias de tempestades, fogos, chuva ou tiros, nestes casos é necessário tratar a ansiedade e não  se preocupar com a destruição.

 Devemos lembrar que se o animal está se comportando assim, é porque está desesperado, sofrendo muito. Alguns animais precisam de um tratamento complexo, envolvendo mudanças comportamento, medicação ansiolítica e dessensibilização.

Para os cachorros, o tratamento é mais simples, basta evitar o acesso aos objectos, realizar treino básico e oferecer bons brinquedos interactivos.

Se ainda assim seu animal demonstrar desespero quando ficar só, procure ajuda veterinária.

Como tratar um cão com medo veja o vídeo

Se o nosso animal de estimação é medroso  é porque é um cão inseguro, tímido, desconfiado, que pode não ter sido feliz no passado. As razões pelas quais  o nosso amigo é medroso na maioria das vezes está relacionado com experiências traumáticas, mas o importante para nós e para o próprio cão, é que com muita liderança, segurança, tranquilidade, aliada a um treino adequado o cão pode recuperar a confiança. 
    • Dois tipos de medo

      Como regra geral, os cães medrosos costumam  classificar-se em dois tipos: os que têm medo das pessoas e outros animais (medo social) e os que temem outros estímulos: bombas, fogos de artifício, carros, tempestades, barulhos… Seja qual for o tipo do problema que enfrentemos, temos de ser conscientes que podemos ajudar o nosso animal.
      E para que nosso cão possa superar sua angústia, é fundamental que sejamos capazes de dar ao animal o lugar que lhe corresponde e que aprendamos a tratá-lo com liderança e confiança.
    • O comportamento do cão

      O cão não é uma pessoa e habitualmente, quando nosso cão sente medo, costumamos reagir com palavras carinhosas e protectoras para tentar tranquilizá-lo. Errado! Deste modo, a única coisa que estamos fazendo é reforçar o medo de nosso cão que percebe que algo está mal, já que nós mesmos modificamos nosso comportamento para tentar tranquilizá-lo.
      Pelo contrário, assim que notarmos que nosso amigo baixa as orelhas, esconde o rabo, bloqueia ou descontrola, sinais indiscutíveis que demonstram o medo de um animal, devemos cortar a situação que lhe produz essa ansiedade pela raiz.
      Para isso, o melhor é falar tranquilamente, tentar que sua atenção se centre em outra coisa, mudar de direcção, animá-lo para que siga você e descontraía, sempre numa postura alegre e de brincadeira, sem medos. Deste modo, estará reforçando positivamente um comportamento e o animal terá desviado sua atenção do objecto que o assusta.
    • Torne-se o líder para seu cão

      O seu animal se sentirá mais tranquilo se souber que você controla as situações. Por isso, os mimos em excesso ou em momentos pouco ideais só vão gerar maior insegurança e isso não é o que desejamos.
      Deixe claro quem manda, mas nunca através do castigo físico, que só acabaria aumentando o medo de seu cão. Aprenda a ler a linguagem corporal do seu cão e antecipe as situações que lhe assustam por seus próprios gestos.
      Corrija sua postura e não permita que adopte atitudes medrosas e submissas, obrigue-o a se manter erguido, com a cabeça alta e chame sua atenção com palavras que escute você antes que o medo se apodere dele.
      Por último, você mesmo deve estar seguro, firme e confiante. O cão nota rapidamente o estado de seu dono e acaba sentindo o mesmo que ele, de modo que, se você é medroso, acabará contagiando seu animal com seus medos.
  • Lembre-se sempre desta imagem que passa na cabeça do seu cão quando vai à rua:

 “sair para a rua é como aproximar-se de um incêndio… mas se o dono for bombeiro é só segui-lo, manter-se perto dele e aprender a confiar”.??

Os animais têm depressões

Sim, caros amigos, tal como nos humanos, os animais  também  pode ficar deprimidos. 

Nos animais de estimação, um dos principais sintomas é a falta de interesse pelas actividades rotineiras, como comer, passear, brincar.
A origem pode ser genética ou causada por doenças, como viroses.
Manter um animal isolado do carinho do dono ou preso num ambiente pequeno e sem estímulos também pode gerar depressão, até mesmo o estado depressivo do dono pode afectar o animal.

Para evitar que isso aconteça crie na medida do possível rotinas de passeios e brincadeiras,  deixe-o partilhar a sua companhia e estar dentro de casa, fale com ele, aprenda a adaptar a sua vida às necessidades do seu animal e as férias de forma a poder levá-lo consigo vai ver que é bem menos complicado do que parece.