Galgo macho com 2 anos e 11 meses que fez rotura muscular e foi aposentado das corridas e entregue para adoção pelo seu dono galgueiro da FNG de Castro Verde. (ver link)
Muito meigo e dócil procura pessoa que goste mesmo de galgos tenha tempo para lhe dedicar e passear, que tenha espaço externo e interno para lhe proporcionar pois estes animais sofrem muito com frio e solidão.
Pesquisadores testaram níveis de oxitocina, o “hormônio do amor”, em animais de estimação
Pesquisadores afirmam que animais domésticos realmente amam seus donos. Experimentos descobriram que os animais também liberam oxitocina – o mesmo “hormônio do amor” que em seres humanos cria laços e vínculos nos relacionamentos.
A oxitocina é liberada em nosso organismo em diversas situações sociais e os nossos corpos a produzem em altas concentrações durante interações sociais positivas, como ao se apaixonar, experimentar um orgasmo, realizar um parto e amamentar.
Paul Zak, professor da Claremont Graduate University, na Califórnia, realizou vários testes para medir os níveis do hormônio que eram liberados quando os animais interagiam com outros animais e seres humanos. A equipe obteve amostras de sangue de um terrier de raça mista doméstica e uma cabra que regularmente brincavam um com o outro.
— O resultado foi muito surpreendente. O cão teve um aumento de 48% no índice do hormônio, o que é considerado alto até para um ser humano— comentou Zak.
Segundo ele, a oxitocina surge para ajudar nas ligações afetivas, e o estudo mostra que os animais domesticados formam ligações e sentem o amor da mesma forma que os humanos. Ele complementou dizendo que apenas os animais que foram domesticados aparentam mostrar essa resposta.
Em um segundo experimento, 100 pessoas coletaram amostras de sangue para estabelecer seus estados fisiológicos basais. Em seguida, os participantes se deslocaram para uma sala privada e brincaram com um cão ou gato por 15 minutos. Logo após, realizaram outra coleta e seus níveis de oxitocina foram medidos.
Durante o processo, os cientistas verificaram que as variações nos seres humanos diferem em cada um, assim como os animais produzem respostas diversas.
O estudo também concluiu que algumas pessoas simplesmente não são “pessoas de animais”, e não mostraram nenhum efeito quando lhe foi dado um filhote de cachorro para cuidar. Isso mostra que nem todos os indivíduos são estimulados por animais de estimação.
Ver cães a imitarem ações humanas, como sentar no sofá ou até mesmo atravessar a rua pela passadeira de peões, é comum e tem explicação. Segundo especialistas, o comportamento de um cão é o resultado da educação e da aprendizagem que a pessoa responsável por ele proporciona e é também reflexo das ações deste adulto. Mas não apenas os animais domésticos conseguem este feito, os cães “sem dono”, na rua, também.
Os cães têm a capacidade de aprendizado de uma criança de quatro a cinco anos e têm mais facilidade em fazer associações. De acordo com a médica veterinária Renata Estephanelli Coelho, é essa associação que leva o cão de rua a aprender a andar sobre a passadeira de peões, por exemplo. “Este cão tem uma vivência diferente dos domésticos, então, por questão de sobrevivência, ele aprendeu que é mais seguro atravessar a rua sobre a passadeira de peões de tanto que observou os seres humanos nesta ação.”
Renata Coelho ainda afirma que esse aprendizado se dá a longo prazo, ou seja, é necessária que haja a observação repetitiva. Quanto ao tempo deste aprendizado, o treiinador Divino Aparecido Silva diz que é variável e não depende de raça. “Os cães de rua podem até aprender mais rápido em comparação a outro doméstico, já que estes, muitas vezes, sofrem o efeito da humanização por parte de seus donos.”
Morte de cães domésticos por atropelamento pode diminuir
Aprender a transitar de forma segura pelas ruas pode ajudar a evitar atropelamentos de animais domésticos, segundo a médica veterinária Renata Estephanelli Coelho. “Isso até aumenta a possibilidade de um resgate, se acontecer a fuga do animal”, afirmou.
Para o treinador de cães Divino Aparecido Silva, para que o aprendizado aconteça, é fundamental que o dono atravesse a rua de maneira segura diversas vezes até que o animal, sozinho, perceba o perigo pela proximidade de um carro. “O tempo de aprendizado varia com o tipo de criação deste animal em casa, alguns chegam a levar mais de seis meses para aprenderem o básico.”
O mágico finlandês Jose Ahonen fez uma experiência com um truque para… cães.
As reações dos seus espectadores estão no YouTube e a fazer um enorme sucesso.
Em quatro dias, já foi visto por quase quatro milhões de pessoas.
Ahonen faz desaparecer um biscoito diante da perplexidade dos bichos. Ora veja:
Um raríssimo cão de guarda tibetano foi vendido na China por quase 1,4 milhões de euros, no que será talvez a mais cara transação do género, anunciou hoje um jornal local chinês.
10:30 – 19 de Março de 2014 | Por Lusa
Um promotor imobiliário chinês pagou 12 milhões de yuan (1,391 milhões de euros) pelo animal numa feira realizada esta semana na província de Zhejiang, no leste da China, disse o jornal Noticias da Tarde de Qianjiang.
Descrito como “um animal de estimação de luxo”, o cão tem um ano de idade, 89 centímetros de altura e pesa 90 quilos.
“É um cão com sangue de leão”, disse o vendedor e criador de cães Zhang Gengyun.
Segundo o mesmo jornal, Zhang Gengyun vendeu outro cão da mesma raça por 6 milhões de yuan (quase 700.000 euros).
“Os puros cães de guarda tibetanos são muitos raros, como os nossos protegidos pandas, e por isso os preços são altos”, disse o vendedor.
Usados pelas tribos de caçadores nómadas da Ásia Central, os cães de guarda tibetanos são considerados extremamente leais e protetores.
Comentários na internet acerca do elevado valor pago na feira de Zhejiang consideram que se trata de pura especulação para tentar elevar o preço dos animais.
O referido promotor imobiliário, oriundo de Qingdao, um próspero porto e estância balnear do nordeste da China, pensa aliás dedicar-se à criação de cães, adiantou o Notícias da Tarde de Qianjiang.
Já foi adoptada pela Joana Torres e pelo Bruno Monteiro donos da empresa “Bigodes Felizes” no Porto. Tal como o nome da empresa de seus donos, encontra-se Feliz na companhia da sua nova familia e dos seus dois novos amigos de 4 patas. Boa sorte Zuki e felicidades http://bigodesfelizes.blogspot.pt/ https://www.facebook.com/bigodesfelizes/?fref=ts
A SushiFly deambulava por Alhos Vedros atrás das pessoas à procura de comida e afecto, foi abandonada na via pública e acolhida por uma Associação na Moita.
A SushiFly é uma cadela muito meiga, atenta e companheira. Gosta muito de companhia humana e de outros animais. Para além disso tem um pêlo muito sedoso! É um óptimo anti-stress! :))) A SushiFly procura uma família para a vida que a estime e queira partilhar com ela grandes caminhadas, corridas e serões de lareira!
Encontra-se ao abrigo da Associação dos Amigos dos Animais Abandonados da Moita.
Contactos para adopção: adoptarnamoita@gmail.com; Cátia – 913124611 (se não atender, deixe mensagem escrita)
Já foi adoptado pelo Horácio Teixeira Equitador no centro Hípico de Melgaço que está radiante e a menina Sushi também e com vida de princesa…Boa sorte aos dois
O Noé foi atirado para uma ravina pelo seu dono numa tentativa de o matar porque já não o queria, não morreu mas ali padeceu até ser encontrado, ainda me ofereci para o acolher e recuperar na katefriends em minha casa mas acabou por não resistir e faleceu…
Post Facebook da Associação “Cantinho dos Animais de Beja”:
ATUALIZAÇÃO: O nosso Noé foi ontem para o Hospital Veterinário do Baixo Alentejo, ficou internado, o seu estado é de risco, está muito debilitado. Em principio deverá ter de levar uma transfusão de sangue. Aguardamos mais novidades. Temos mais fotos, para que possam ver o seu estado.
Surpresa desagradável do dia, este amigo foi atirado por cima da rede, e estava esta manhã á nossa espera no Cantinho. Chamámos-lhe Noé. O Noé está num estado de magreza estrema e cheio de carraças. Esta tarde ainda irá ao vet para ser visto e avaliado o seu estado geral. Assim que tenhamos mais novidades avisamos.