Cadelinha Galgo jovem muito meiga, doce mas assustada, encontra-se para adopção responsável no Canil de Montemor depois de a terem resgatado em péssimo estado abandonada na via pública.
Encontrava-se grávida, mas abortou devido ao maus tratos por que passou. Tem de ser um ser humano com bom coração que queira mesmo ajudar e que tenha espaço interior para ela estar e conviver e espaço exterior para ela passear em segurança sem possibilidades de fugir.
Para adopção contactar 919397462 ou katefriends@katefriends.com
Obrigada Maria Ramalho por adoptar a nossa menina e ir buscá-la ao canil que nos solicitou ajuda muito urgente, em breve iremos nos encontrar aqui em Lisboa e irei agradecer-lhe pessoalmente o seu acto de grande humanidade e bondade. Beijinho
Encontra-se na Quintinha dos Patudos uma cadelinha galgo muito meiga e carinhosa a necessitar de alguém com um coração de ouro para lhe dar um lar e muito amor depois de uma vida de abandono e sofrimento cruel que ela passou e ainda está a sofrer, encontra-se em recuperação. Para adopção ir
Facebook da Quinta dos Patudos e enviar uma mensagem directamente para eles.
Galgo macho com 2 anos e 11 meses que fez rotura muscular e foi aposentado das corridas e entregue para adoção pelo seu dono galgueiro da FNG de Castro Verde. (ver link)
Muito meigo e dócil procura pessoa que goste mesmo de galgos tenha tempo para lhe dedicar e passear, que tenha espaço externo e interno para lhe proporcionar pois estes animais sofrem muito com frio e solidão.
Pesquisadores testaram níveis de oxitocina, o “hormônio do amor”, em animais de estimação
Pesquisadores afirmam que animais domésticos realmente amam seus donos. Experimentos descobriram que os animais também liberam oxitocina – o mesmo “hormônio do amor” que em seres humanos cria laços e vínculos nos relacionamentos.
A oxitocina é liberada em nosso organismo em diversas situações sociais e os nossos corpos a produzem em altas concentrações durante interações sociais positivas, como ao se apaixonar, experimentar um orgasmo, realizar um parto e amamentar.
Paul Zak, professor da Claremont Graduate University, na Califórnia, realizou vários testes para medir os níveis do hormônio que eram liberados quando os animais interagiam com outros animais e seres humanos. A equipe obteve amostras de sangue de um terrier de raça mista doméstica e uma cabra que regularmente brincavam um com o outro.
— O resultado foi muito surpreendente. O cão teve um aumento de 48% no índice do hormônio, o que é considerado alto até para um ser humano— comentou Zak.
Segundo ele, a oxitocina surge para ajudar nas ligações afetivas, e o estudo mostra que os animais domesticados formam ligações e sentem o amor da mesma forma que os humanos. Ele complementou dizendo que apenas os animais que foram domesticados aparentam mostrar essa resposta.
Em um segundo experimento, 100 pessoas coletaram amostras de sangue para estabelecer seus estados fisiológicos basais. Em seguida, os participantes se deslocaram para uma sala privada e brincaram com um cão ou gato por 15 minutos. Logo após, realizaram outra coleta e seus níveis de oxitocina foram medidos.
Durante o processo, os cientistas verificaram que as variações nos seres humanos diferem em cada um, assim como os animais produzem respostas diversas.
O estudo também concluiu que algumas pessoas simplesmente não são “pessoas de animais”, e não mostraram nenhum efeito quando lhe foi dado um filhote de cachorro para cuidar. Isso mostra que nem todos os indivíduos são estimulados por animais de estimação.
Ver cães a imitarem ações humanas, como sentar no sofá ou até mesmo atravessar a rua pela passadeira de peões, é comum e tem explicação. Segundo especialistas, o comportamento de um cão é o resultado da educação e da aprendizagem que a pessoa responsável por ele proporciona e é também reflexo das ações deste adulto. Mas não apenas os animais domésticos conseguem este feito, os cães “sem dono”, na rua, também.
Os cães têm a capacidade de aprendizado de uma criança de quatro a cinco anos e têm mais facilidade em fazer associações. De acordo com a médica veterinária Renata Estephanelli Coelho, é essa associação que leva o cão de rua a aprender a andar sobre a passadeira de peões, por exemplo. “Este cão tem uma vivência diferente dos domésticos, então, por questão de sobrevivência, ele aprendeu que é mais seguro atravessar a rua sobre a passadeira de peões de tanto que observou os seres humanos nesta ação.”
Renata Coelho ainda afirma que esse aprendizado se dá a longo prazo, ou seja, é necessária que haja a observação repetitiva. Quanto ao tempo deste aprendizado, o treiinador Divino Aparecido Silva diz que é variável e não depende de raça. “Os cães de rua podem até aprender mais rápido em comparação a outro doméstico, já que estes, muitas vezes, sofrem o efeito da humanização por parte de seus donos.”
Morte de cães domésticos por atropelamento pode diminuir
Aprender a transitar de forma segura pelas ruas pode ajudar a evitar atropelamentos de animais domésticos, segundo a médica veterinária Renata Estephanelli Coelho. “Isso até aumenta a possibilidade de um resgate, se acontecer a fuga do animal”, afirmou.
Para o treinador de cães Divino Aparecido Silva, para que o aprendizado aconteça, é fundamental que o dono atravesse a rua de maneira segura diversas vezes até que o animal, sozinho, perceba o perigo pela proximidade de um carro. “O tempo de aprendizado varia com o tipo de criação deste animal em casa, alguns chegam a levar mais de seis meses para aprenderem o básico.”
O mágico finlandês Jose Ahonen fez uma experiência com um truque para… cães.
As reações dos seus espectadores estão no YouTube e a fazer um enorme sucesso.
Em quatro dias, já foi visto por quase quatro milhões de pessoas.
Ahonen faz desaparecer um biscoito diante da perplexidade dos bichos. Ora veja:
Um raríssimo cão de guarda tibetano foi vendido na China por quase 1,4 milhões de euros, no que será talvez a mais cara transação do género, anunciou hoje um jornal local chinês.
10:30 – 19 de Março de 2014 | Por Lusa
Um promotor imobiliário chinês pagou 12 milhões de yuan (1,391 milhões de euros) pelo animal numa feira realizada esta semana na província de Zhejiang, no leste da China, disse o jornal Noticias da Tarde de Qianjiang.
Descrito como “um animal de estimação de luxo”, o cão tem um ano de idade, 89 centímetros de altura e pesa 90 quilos.
“É um cão com sangue de leão”, disse o vendedor e criador de cães Zhang Gengyun.
Segundo o mesmo jornal, Zhang Gengyun vendeu outro cão da mesma raça por 6 milhões de yuan (quase 700.000 euros).
“Os puros cães de guarda tibetanos são muitos raros, como os nossos protegidos pandas, e por isso os preços são altos”, disse o vendedor.
Usados pelas tribos de caçadores nómadas da Ásia Central, os cães de guarda tibetanos são considerados extremamente leais e protetores.
Comentários na internet acerca do elevado valor pago na feira de Zhejiang consideram que se trata de pura especulação para tentar elevar o preço dos animais.
O referido promotor imobiliário, oriundo de Qingdao, um próspero porto e estância balnear do nordeste da China, pensa aliás dedicar-se à criação de cães, adiantou o Notícias da Tarde de Qianjiang.